A empresa chega causando uma enorme expectativa
A Nikon do Brasil Limitada é finalmente uma realidade. Seu escritório fica na Avenida Paulista, número 37, terceiro andar, em São Paulo. Seu website (
www.nikon.com.br) está no ar desde o meio-dia de 27 de abril, mesmo instante em que o presidente da unidade brasileira
Koji Maeda e o gerente geral de marketing e vendas
Joel Garbi faziam o anúncio oficial, em meio a muitos cliques de câmeras da própria marca, num evento fechado na Casa das Rosas.

Koji Maeda, presidente da unidade brasileira: experiência trazida das outras sucursais nas Américas
A empresa decidiu que agora é o momento para a prestigiada marca sair da condição esquisita em que se encontrava no Brasil, um país de dimensão continental onde se vende 7 milhões de câmeras por ano: sem sucursal oficial e com suporte cronicamente muito aquém da demanda. Dependendo da vontade da empresa, porém, esses tempos viraram história. A Nikon viu uma grande oportunidade no Brasil por causa do mercado aquecido e a expectativa de crescimento futuro com a proximidade de grandes eventos esportivos em nosso país, como a Copa FIFA e os Jogos Olímpicos.

Joel Garbi, gerente de marketing e vendas: controle total do canal daqui em diante
Cabe também notar que a Nikon vive um bom momento em termos de produtos. Entre outras coisas, a empresa acaba de comemorar a fabricação de 60 milhões de lentes do padrão F desde sua criação em 1959 – a imensa maioria delas compatível com suas mais recentes DSLRs.
A Nikon chega ao país com a linha de produtos completa – DSLRs, compactas Coolpix, objetivas e acessórios, somando cerca de 300 itens – e não somente pretende fazer marketing e vendas como também distribuição, assistência técnica e suporte direto ao consumidor. Já foram feitos US$ 10 milhões de investimento para a implantação da empresa por aqui, que conta com 45 funcionários. É a quarta subsidiária a ser inaugurada nas Américas, depois de EUA, Canadá e México.

A Nikon do Brasil vai representar todos os produtos da marca

D5100 vem quentinha do forno para o lançamento da Nikon do Brasil
A projeção de crescimento é ambiciosa: 2 mil pontos de vendas e uma fatia de mercado semelhante à média mundial – em torno de 13% do total do mercado de câmeras e mais de 30% do mercado de DSLRs, segundo a IDC –, ao final de apenas três anos de operação brasileira. A expectativa de vendas é de, já no primeiro ano fiscal, R$ 100 milhões, de um total global de US$ 105 bilhões. Ou seja, começa grande e ainda tem muito espaço para crescer em nosso território. Bem-vinda, Nikon do Brasil.