
Possuem um bico forte, alto e curvo adaptado para cortar sementes duras. Suas línguas grossas, sensíveis e repletas de papilas gustativas funcionam como um órgão táctil. Costumam ingerir pedrinhas para auxiliar na trituração das sementes de Buriti, Tucum, Bocaiúva, Carandá e Acurí, palmeiras que fazem parte de suas dietas. Estas aves não contribuem para a dispersão destas plantas, sendo consideradas “predadoras”, pois trituram os caroços dos cocos, destruindo as sementes. Não se encontra em perigo eminente. Mas como a maioria dos animais brasileiros, essa espécie apresenta problemas localmente, ou seja, é abundante em alguns locais e em outros não é muito freqüente, pois a destruição do ambiente nesses locais afastou as araras. É muito encontrada em cativeiro. Espécie estudada pelo Projeto Arara Azul.
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